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Jogo de damas “Coronelismo e o voto de cabresto” 

Na República Velha o sistema eleitoral era muito frágil e fácil de ser manipulado. Os coronéis compravam votos para seus candidatos ou trocavam votos por bens matérias (pares de sapatos, óculos, alimentos, etc). Como o voto era aberto, os coronéis mandavam capangas para os locais de votação com o objetivo de intimidar os eleitores e ganhar votos. As regiões controladas politicamente pelos coronéis eram conhecidas como currais eleitorais.

O voto de cabresto foi uma artimanha política utilizada na primeira fase da república no Brasil. Os “coronéis”, patente denominada da guarda nacional, era usada pelos latifundiários da região nordeste, eles por sua vez indicavam seus candidatos a população analfabeta ou semianalfabeta.

Por ser um voto aberto, a população era obrigada a declarar e votar abertamente no candidato do coronel, que na base da força obrigava-os a votar, apesar de também concederem favores a alguns de seus apoiadores, entre esses agrados estavam: Botas, remédios ou até mesmo garrafa de bebida, essa prática era normal no império e perdurou por muitas décadas.

Com esse assunto buscamos elaborar um jogo didático pedagógico que buscasse desenvolver ou até mesmo despertar a curiosidade e melhorar o assunto dado em sala de aula, o jogo de damas “Coronelismo e o voto de cabresto”. Tem duas etapas:

1º Etapa: Explicar com o texto introdutório o assunto, aplicar o jogo de damas tradicional voltado para o assunto em sala de aula.

2º Etapa: aplicar ao perdedor algumas perguntas relacionadas ao período da primeira república.

 Texto Introdutório

 Plano de Aula

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